Prezados Associados
Caros Colegas e Amigos

Como saberão, porque foi amplamente divulgado, realizaram-se recentemente eleições para os corpos sociais da nossa Sociedade. A Assembleia Geral teve lugar no passado dia 26 de abril, em Bragança, por ocasião do XII Simpósio da Sociedade Portuguesa de Suicidologia.
 
É na qualidade de presidente da nova direção que vos dirijo estas palavras – praticamente as mesmas que proferi na sessão de encerramento deste simpósio, cujo sucesso ficou a dever-se não apenas à qualidade das conferências e comunicações apresentadas, mas também à participação ativa de todos quantos connosco vieram partilhar este tempo e este espaço. E as primeiras palavras são, como não poderia deixar de ser, de reconhecimento pessoal e institucional pelo notável trabalho desenvolvido ao longo do último biénio pela direção cessante, que justificou amplamente um louvor da Assembleia Geral, votado por unanimidade e aclamação. A todos agradeço em nome da direção ora empossada.
 
A direção anterior deixou-nos um pesado legado e uma responsabilidade acrescida, porque será difícil fazer mais e melhor. Felizmente, contamos com a colaboração e empenho dos colegas que transitam da direção anterior e – estou certo – com a de todos os demais associados.
 
Diria que nos espera mais uma jornada desta longa, laboriosa e nem sempre bem compreendida missão de estudar, investigar, refletir e discutir o suicídio e os comportamentos suicidários, ou, para utilizar, uma terminologia mais atual, os atos suicidas e os comportamentos autolesivos.
 
Neste viver fazendo, procuraremos dar especial ênfase a quatro eixos que consideramos fundamentais para os profissionais, para a comunidade, para as pessoas, enfim, para o País. São eles: a intervenção cívica, a formação, a investigação e a divulgação na área da suicidologia e ciências afins, pilares fundacionais de uma associação científica que se tem vindo a afirmar como uma referência de conhecimento, de cultura, de futuro… e – digo-o convictamente – com futuro. Uma associação que procura, acima de tudo, inovar e criar mais valor. Ter alma e apelar a um suplemento de alma. Mesmo em tempos de crise. Diria mais: sobretudo em tempos de crise.
 
Fazemos realmente o que devemos ou apenas o que podemos? E será que não podemos mais? Esperamos, no fim do mandato que agora se inicia, poder dar-vos uma resposta positiva.
 
Agradeço aos companheiros dos novos corpos sociais, que me honraram com a sua solidariedade e empenho. A todos o meu muito obrigado! A vós, caros associados, peço-vos que acompanhem ativamente as próximas iniciativas da Sociedade Portuguesa de Suicidologia, no sítio da Internet e através do Facebook. Continuem connosco. Continuemos juntos. A investigar para melhor conhecer e intervir na área científica que nos une.
 
Um abraço e até breve.
 
Jorge Costa Santos

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